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Reconstrução da mama: a busca de sua autoestima

Fiz esse conteúdo para nossas atuais e futuras pacientes de Brasília e entorno tirarem todas as dúvidas sobre a sua cirurgia plástica de reconstrução de mamas.

Quando você decide realizar uma cirurgia, pretende se informar e saber tudo que é importante para a realização da sua cirurgia.

Vamos falar aqui sobre os principais tópicos para que você chegue na consulta uma expert e possa aproveitar melhor nosso primeiro encontro.

Primeiramente

Obrigado por escolher nossa equipe para cuidar de você. Sabemos que é um momento especial o resgate das suas mamas através da reconstrução da mama, que é uma cirurgia plástica reparadora, com o intuito de auxiliar na autoestima de mulheres – realizada após a mastectomia, ou seja, a remoção da mama em consequência ao tratamento do câncer de mama.

Esse procedimento cirúrgico leva em consideração o tamanho, forma e aparência da mama retirada, mas principalmente da mama que fica, para que o resultado final da reconstrução seja o mais natural possível. É importante apontar que nem sempre há indicação para o procedimento no mesmo tempo cirúrgico da mastectomia, mas, na maioria dos casos, sim. O nosso mastologista é quem verificará a possibilidade de submissão ao procedimento, e o paciente pode optar por fazê-lo ou não, de acordo com a vontade dele.

A realização da reconstrução da mama pode se dar durante a própria cirurgia de mastectomia, ou seja, reconstrução imediata. Ou, ainda, pode ser feita de semanas a anos depois, denominando-se reconstrução tardia.

Todos podem se submeter à reconstrução da mama?

Sim. Em 24 de abril de 2013, foi aprovada a Lei da Reconstrução Mamária nº 12.802/2013, que atualizou a Lei nº 9.797/1999. A antiga lei já dava o direito aos pacientes mastectomizadas passarem pela cirurgia plástica, mas não existia prazo para tal.
Com a nova determinação, o procedimento pode ser realizado pelo SUS imediatamente após a retirada do tumor, se houver condições clínicas, ou assim que a paciente apresentar os requisitos necessários, de acordo com a avaliação do médico. Além do SUS, os planos de saúde também são obrigados, pela Agência Nacional de Saúde (ANS), a oferecer cobertura para a cirurgia de reconstrução de mama após realização de mastectomia. Caso o câncer seja nas duas mamas, a Lei permanece ativa.

O momento ideal para a reconstrução da mama depende do tipo de câncer e do estágio, e também das características pessoais de cada paciente. Assim, é fundamental conversar com o nosso mastologista antes da mastectomia, e com minha equipe antes da reconstrução.
É fundamental salientar que, por mais que a cirurgia faça você se sentir melhor sobre sua aparência, a mama reconstruída não será exatamente igual à mama natural. Também existe o fato de que, se o tecido da sua barriga, costas ou nádegas foi usado como parte da reconstrução, essas áreas também parecerão diferentes após a cirurgia.

Geralmente, o procedimento deixa cicatrizes, mas elas costumam suavizar com o tempo. Técnicas mais recentes também reduziram a quantidade de cicatrizes.

Constituição e tipos de reconstrução de mama

A mama é formada por tecido adiposo, glandular e fibroso. Dentro dela, existem vasos sanguíneos, ductos lactíferos, gordura, glândulas e nervos sensoriais. Abaixo, há o músculo que ajuda na movimentação do braço.

Existem três formas principais de fazer a retirada da gordura e da pele necessárias para a composição da mama reconstruída, quando a mastectomia não nos dá a opção de usar o próprio tecido mamário que estava sem doença. São elas:

  • Retalho miocutâneo do músculo reto abdominal (TRAM)
    Utiliza pele, gordura e músculos da parte inferior abdominal. O procedimento cria uma espécie de túnel, levando o tecido até a mama, mas permanecendo preso à área de onde foi retirado, para manter a vascularização. Estão aptas para este tipo de cirurgia pacientes que tenham tecido adiposo sobressalente. Por causar um enfraquecimento na região em que o tecido foi retirado, é utilizada uma tela de polipropileno para reforçar a área do abdômen.
  • Retalho perfurante da artéria epigástrica (DIEP)
    Retira parte do tecido adiposo da barriga para inserir na região a ser reconstruída. Necessita de uma microcirurgia para a ligação dos pequenos vasos. Não utiliza tecido muscular.
  • Retalho do músculo grande dorsal
    Faz a rotação de retalho ou músculo grande dorsal (nas costas) do mesmo lado da mama que precisa ser reconstruída. O procedimento é indicado para casos em que não há pele suficiente na região da mama para a reconstrução ou há algum impeditivo para uso de retalho de outra região.

Para escolher o método é preciso levar em conta fatores como:

  • Saúde e estilo de vida
  • Constituição corporal
  • Tamanho da mama
  • Preferência pessoal
  • Quantidade de pele e de tecido

Nossa primeira opção:

A reconstrução de mama pode ser realizada também com implantes de mama, ou pela combinação do tecido próprio da paciente e um implante de mama. Lembrando que, como cirurgião plástico, não posso definir isso sozinho, será uma definição em conjunto com você e com a mastologia.

Riscos do procedimento e outras consequências

A mama reconstruída não terá a mesma sensibilidade que uma mama natural, isso vai variar de caso a caso. Áreas de onde o tecido foi retirado para reconstruir a mama também podem perder alguma sensibilidade. Com o tempo, a pele pode ficar mais sensível, mas dificilmente terá a mesma sensibilidade de antes da cirurgia.

  • Riscos de infecção
    A infecção pode acontecer em qualquer cirurgia, mais frequentemente nas primeiras semanas após a operação.
  • Riscos de contratura capsular
    Para o caso da reparação de mama com o silicone, há o risco da contratura capsular. Ela ocorre quando, ao redor do implante, forma-se uma cápsula. Se ela se fechar muito, pode começar a apertar o implante, fazendo com que a mama pareça dura.
  • Riscos para fumantes
    Fumar faz com que vasos sanguíneos fiquem mais estreitos, reduzindo o fornecimento de nutrientes e oxigênio aos tecidos. Assim, pode atrasar a cicatrização em qualquer cirurgia.

A reconstrução de mama aumenta os riscos de reincidência do câncer?

Não. Caso ele volte, as mamas reconstruídas não irão dificultar a detecção ou o tratamento do câncer.

Dr. algumas pacientes ficam com cicatrizes bem visíveis após a reconstrução de mama. Por que isso acontece?

Certas pacientes apresentam uma tendência à cicatrização hipertrófica ou ao queloide. Pessoas de pele clara têm menor probabilidade de sofrer dessa complicação cicatricial. Porém, existem diversas opções para a prevenção e o tratamento dessas cicatrizes, que serão prescritas no seu devido tempo de cicatrização.

Existe correção para essas cicatrizes grossas? Existem recursos clínicos e cirúrgicos que nos permitem prevenir e melhorar cicatrizes inestéticas, na época adequada.

Porém, não se deve confundir o “período recente” da cicatrização normal (do 30º dia até o 12º mês) com uma complicação cicatricial.

Dr., como ficarão minhas novas mamas, em relação ao tamanho e consistência após a cirurgia?

As mamas terão seu volume modificado a depender da técnica cirúrgica empregada.

  • PERÍODO IMEDIATO: Vai do primeiro ao 30º dia. As mamas já apresentam um aspecto bem melhorado, mas sua forma estará aquém do resultado planejado. Nenhuma mama ficará “perfeita” no pós-operatório nesta fase.
  • PERÍODO RECENTE: Vai do 30º dia até o 8º mês. A mama estará mais próxima da forma definitiva. É comum alguma insensibilidade do mamilo.
  • PERÍODO TARDIO: Vai do 8º ao 18º mês. Período em que a mama atinge seu aspecto definitivo (cicatriz, forma, consistência, volume, sensibilidade). Espera-se sempre uma acomodação da mama (chamamos de báscula), e o grau de elasticidade da pele das mamas tem grande importância no resultado final.


Ao final, é importante salientar que a consistência de uma mama sem prótese é a consistência natural, não endurecida.

PERGUNTAS FREQUENTES

Nem sempre. Utilizamos as próteses nos casos de volumes reduzidos de mama ou quando a mastologista necessita de uma ressecção de tecido importante.

Trata-se de uma sutura que realizamos em todos os pacientes, com o desenho semelhante a um aro de sutiã, feita no sulco mamário, que impede que toda a base da mama escorregue, tendendo a manter a mama reconstruída mais firme por um período mais longo.

Não. Apenas cria um reforço na parte inferior, evitando um deslocamento do sulco mamário.

O resultado nunca será preservado, mas, caso não haja um aumento de peso excessivo na nova gestação, nem um aumento excessivo das mamas, a perda do resultado será bem menor.
Também dependerá do grau de elasticidade da pele.
Quanto à lactação e amamentação, poderá ser prejudicada, a depender da cirurgia do câncer de mama.

Geralmente sim, com pouca dor. Mas sempre deve ser evitada a movimentação excessiva dos braços e esforços.

Em geral, a reconstrução não tem complicações sérias, mas intercorrências inerentes a qualquer procedimento cirúrgico podem acontecer, como hematomas, seromas, infecção, necrose de pele e de aréola, deiscência de pontos…

Local com sedação assistida, peridural ou anestesia geral (será definida a técnica pela anestesia).

Realizaremos sua cirurgia com calma e tranquilidade, então o tempo depende do tipo e tamanho de cada mama. Em média, 3 horas.

24 horas em 99% dos pacientes. Porém, se a paciente não tiver suporte familiar, solicitaremos a internação por mais dias.

Sim. Curativos sempre são necessários para evitar quadros inflamatórios e infecciosos, e os seus serão adaptados ao seu tipo de mama. Em geral, são retirados após 24 horas, com uma microporagem da cicatriz que permanecerá por mais tempo, além do soutien adequado para o pós-operatório por 30 dias.

99% são internos. Um ou outro será externo, e os pontos internos serão absorvidos.
Os pontos externos, em geral, são retirados com 2 semanas.

Após 48 horas. Nas primeiras 24/48 horas, não é recomendado que a paciente tome banho completo, aguardando esse período para lavar-se totalmente.

Após 30 dias, com recomendações. Porém, malhar o peitoral leva mais tempo.

Depende do edema (inchaço), mas as drenagens nunca são feitas na mama e sim nas regiões próximas.
Liberamos o início das drenagens linfáticas, quando indicadas, após a primeira semana para auxiliar na redução do inchaço e remodelação das cicatrizes.

Dr., o dia da cirurgia está chegando, e agora?

Atenção: Em caso de gripe ou indisposição, avise-nos o quanto antes, pois adiaremos a sua cirurgia. A cirurgia plástica nunca pode ser feita na suspeita de infecção.

Você receberá em seu WhatsApp e/ou e-mail um guia com informações como:

  • Comparecer ao hospital para internação em jejum de 8 horas. Água pode ser consumida até 4 horas antes, obedecendo ao horário estabelecido.
  • Evite bebidas alcoólicas, drogas ou refeições muito pesadas na véspera da cirurgia.
  • Programe-se para um repouso relativo de 15 dias.

Dr., e depois da cirurgia?

Receberá na alta um guia de cuidados pós-cirúrgicos, com informações como:

  • Evitar esforços nos primeiros 15 dias.
  • Usar o soutien cirúrgico por 30 dias.
  • Durante 30 dias, é proibido: fazer movimentos bruscos com os braços, pegar peso, deitar de lado ou de bruços e elevar os braços acima da linha dos ombros.
  • Não se exponha ao sol nem retorne às atividades físicas sem nossa liberação médica.
  • Evite as atividades físicas por no mínimo 15 dias.
  • Alimentação sem restrições.

Orientações também incluirão informações de que as mamas ainda não estarão com o formato definitivo, por isso, aguarde o tempo de no mínimo 3 meses para a melhor definição.

Como é o pós-operatório da reconstrução?

Em geral, o pós-operatório não dói, mas é importante que as recomendações médicas sejam seguidas corretamente e que se evite a movimentação excessiva dos braços ou esforços.

Após a cirurgia, são usados curativos adaptados a cada tipo de mama, que são retirados após 24 horas.
Utiliza-se ainda uma microporagem da cicatriz, que permanecerá por mais tempo, além do uso recomendado do sutiã adequado para o pós-operatório durante 30 dias no mínimo.

Nos primeiros 15 dias, é recomendado que a paciente se mantenha de repouso e não faça esforço físico. Além disso, movimentos bruscos com os braços, pegar peso, deitar de lado ou de bruços e elevar os braços acima da linha dos ombros são proibidos por 30 dias.

Esse também é o período recomendado para que a paciente fique afastada da academia ou de outras atividades físicas, sendo que a retomada depende da autorização médica.

A exposição solar também é prejudicial à recuperação, sendo importante aguardar a alta da nossa equipe.

Dr., finalmente estou pronta para operar, realizar meu sonho, mas preciso saber quanto custa a reconstrução?

É natural querermos saber o preço da cirurgia dos nossos sonhos, mas existem muitas variáveis que influenciam o preço. Sabendo disso, o Conselho Federal de Medicina e o Regimento Interno da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica proíbem a divulgação de preços de cirurgias plásticas pela internet, pois só após a consulta médica conseguimos saber qual é a cirurgia ideal para o seu caso e o que você vai gastar.

Por isso, os valores devem ser discutidos somente após uma avaliação presencial.

Obrigado!

Espero que este conteúdo tenha ajudado você em sua jornada de reconstrução. Você será muito bem-vinda no nosso consultório!

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